Os Espiões – A arte da guerra para concursos

Nota: Artigo escrito por William Douglas

Prezados Amigos,

O livro: “A Arte da Guerra para Concursos”, onde aplico os conhecimentos de Sun Tzu aos concursos.

Não só do Sun Tzu, mas também de Wun Dzu.

Quem é Wun Dzu? Vou colocar abaixo o texto da quarta capa do livro:

“Poucos sabem, mas os primeiros concursos públicos aconteceram na China, há mais de 2.000 anos. A escolha dos servidores públicos através do mérito teve seu início histórico no mesmo lugar que o mais lido de todos os estrategistas militares: Sun Tzu.

Contudo, Sun Tzu não fez concursos. Wun Dzu, sim.

Após uma breve carreira militar, em que conheceu e compartilhou a mesa com o grande comandante Sun Tzu, Wun Dzu dedicou-se a estudar as estratégias do general aplicadas ao esforço da grande quantidade de chineses que desejavam trabalhar para o governo.

Conjugando os ensinamentos militares de Sun Tzu com sua experiência nas provas e concursos chineses, Wun Dzu desenvolveu seu próprio método, que veio a ser registrado em manuscritos recentemente descobertos.

Daí, é grande a minha satisfação, e honra, por poder comentar as palavras de dois combatentes que tiveram, em suas vidas, grandes batalhas e vitórias. Espero que os leitores apreciem a leitura e utilizem as excelentes lições da presente obra para alcançar a vitória em suas próprias e honradas batalhas.”

USO DE ESPIÕES

Sun Tzu disse:

“O que possibilita ao soberano inteligente e seu comandante conquistar o inimigo e realizar façanhas fora do comum é a previsão, conhecimento que só pode ser adquirido através de homens que estejam a par de toda movimentação do inimigo”.

Wun Dzu disse:

“O que possibilita ao guerreiro completo conquistar a aprovação e realizar façanhas fora do comum é a previsão, conhecimento que só pode ser adquirido através de homens que estejam a par de toda a movimentação do inimigo”.

William Douglas

O “inimigo” é a banca examinadora. A forma que o inimigo tem para aniquilar os guerreiros incompletos (ou seja, aqueles que AINDA não estão preparados para o cargo) é valer-se das dificuldades próprias do terreno, ou seja, da matéria. Assim, o que possibilita conquistar o inimigo é a previsão do que vai cair – que consta no Edital/Programa – e o conhecimento dos assuntos que serão cobrados.

Como conhecer a movimentação do inimigo?

Ora, indo fazer os concursos, fazendo os concursos anteriores em casa ou nos cursos preparatórios. Em provas orais, os bons candidatos mandam seus “espiões”, pessoas que vão anotar as perguntas que estão sendo feitas. E, se admitido o acesso, eles mesmos vão assistir. Aliás, entre as boas práticas dos candidatos à magistratura e ministério público está ir assistir as provas orais e entrevistas, mesmo que não tenham feito o concurso ou sido aprovados nas fases anteriores. Eles são seus próprios “espiões”.

Para conhecer o inimigo, basta fazer muitas provas da instituição que os acolhe. Basta ler muitas provas da instituição que os acolhe. Basta ler seus livros quando se sabe quem são. Para conhecer o terreno, há livros, apostilas, internet, Cd”s e DVD”s com a matéria, além de inúmeros bons professores e colegas mais antigos.

Sun Tzu chega a exagerar, mas diz: “Os espiões são os elementos mais importantes de uma guerra, porque neles repousa a capacidade de movimentação de um exército”. Não chegaria a isso, mas com certeza quem não faz questões e simulados, e não vai fazer os concursos, não vence guerra alguma.

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Desejo seu Sucesso,

Atenciosamente,

Daniel Monteiro

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